Abrir o dente, remover a polpa dentária contaminada, realizar o selamento da raiz… Essas são apenas algumas etapas que o dentista especialista em endodontia enfrenta em sua rotina clínica.

E você, cirurgião-dentista, está preparado para tratar casos endodônticos em seu consultório? Essa é uma especialidade que divide opiniões, uns amam e outros odeiam. Afinal, não é todo mundo que gosta de tratar as doenças da polpa e da raiz do dente e se dá bem com as limas.

Uma coisa é certa, evitar a necessidade de extração do dente e prevenir infecções (que podem ser extremamente perigosas) são coisas que fazem parte do objetivo em comum de todos os dentistas.


Agora, vamos visualizar a seguinte situação:
O paciente chega no consultório e relata sensibilidade ao mastigar, dor pulsátil no dente e, ainda, sensibilidade à variação de temperaturas quentes e frias.
A partir disso, surgem as dúvidas: quando é imprescindível o tratamento de canal? Quantas sessões serão necessárias? E se o paciente necessitar de um retratamento endodôntico?

Em seguida, esse paciente é encaminhado para um profissional especialista em endodontia, que vai analisar e tratar a dor. Ou seja, ele será o responsável pelo tratamento direto da polpa dentária.

Consequentemente, o profissional escolhido irá conquistar a admiração e a fidelidade daquele cliente. Afinal, foi ele quem resolveu uma situação que lhe causava grande desconforto e preservou um dente que tinha uma estrutura coronária, muitas vezes, destruída.

Viu a importância dessa profissão na qualidade de vida do seu paciente?
Isso que torna uma clínica inesquecível, o resultado emocional daquela experiência, no caso, do tratamento!

Portanto, ao decidir uma especialidade, não fique apenas focado no dia a dia, mas no resultado final, no que você espera alcançar… Ainda que a forma seja diferente do que você imaginou, ela pode acabar gerando prazer e ótimos resultados!


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