3 fatos sobre implantes dentários que talvez você não saiba!

Nos implantes dentários os profissionais usam torquímetros específicos e recebem recomendações de cada fabricante, do quanto de torque pode ser dado em cada fase do tratamento sem causar danos ou chegar próximo de uma fratura de peças, ou até mesmo “espanar” uma conexão.

Como determinar o torque e evitar riscos durante o atendimento?

Torque é uma grandeza física. É a medida quantitativa de uma força aplicada em um movimento de rotação. Portanto, para instalar implantes é fundamental determinarmos o torque em nossos motores.

Podemos utilizar o torquímetro (também chamado de catraca), ou ainda fazer um aperto com a mão. Sendo assim, é comum concluirmos que sua importância está na aferição da estabilidade primária dos implantes e aperto de parafusos na fase protética para que as peças não se soltem ao longo do tempo.

Ainda que sejam de titânio (e materiais similares), os implantes dentários e seus componentes são peças ultrassensíveis.

Todas as fábricas e empresas que trabalham com implantes fazem inúmeros testes e estudos. De fato, isso não é à toa.

Cada fabricante tem suas recomendações bem claras sobre instalação de implantes e componentes. Inclusive, com o torque máximo que as peças aguentam. Sendo assim, para que correr riscos desnecessários de fratura de uma conexão ou de um implante dentro da maxila ou mandíbula de um paciente?

Tenha sempre o manual do fabricante.
Alguns estudos caminham para o uso de torques maiores na instalação de implantes, em busca de maior travamento inicial e estabilidade para cargas imediatas.

Sabemos que em casos de implantes que não possuem corte em suas espiras, é preciso preparar o leito corretamente ou utilizar um macho de rosca.
Bem como, não é indicado fazer uma força descomunal que vai diminuir a segurança do seu procedimento. É preciso muito cuidado com o torque em implantes de diâmetro reduzido como os de 3.0, 3.3 e 3.5.

A propósito, um detalhe que muita gente deixa de lado e que não pode ser esquecido é ler o catálogo de produtos e o manual do fabricante dos implantes que você utiliza. Afinal, é preciso saber o torque máximo que os implantes aguentam e o torque sugerido para os parafusos em cada tipo de conexão e em cada tipo de componente.

Em relação ao travamento de implantes, o ideal é que tenham um travamento inicial de 35 a 45N. Não faz sentido instalar implantes com 70, 80 ou mais de 100N.
É uma “emoção” desnecessária.

Em relação aos componentes protéticos, há marcas que indicam um torque de 32N ou 35N e outras que limitam esse torque a 20 N.

A importância do uso de um torquímetro:

As conexões têm encaixes perfeitos e qualquer entortada por uso extremo de força pode estragar seu tratamento. Sem contar que seu instrumental caro também pode entortar. Se não houver vedamento absoluto, você abre espaço para contaminação bacteriana e pode perder esse implante a longo prazo.

Se um parafuso quebra em uma instalação que você está fazendo em uma parede, por exemplo, você simplesmente faz outro furo.

Na boca não é assim.
Com o planejamento tridimensional, a gente escolhe milimetricamente o melhor lugar para instalar o implante.

Siga à risca as recomendações do fabricante. São aqueles problemas que achamos que não vão acontecer com a gente que acabam acontecendo.

Fraturar um implante ou um parafuso dentro do implante é um pesadelo tanto para o dentista quanto para o paciente. Então, use sempre um torquímetro que o permita medir o torque aplicado.

Saiba mais sobre as consultorias de marketing da DMA pelo email contato@dmagencia.com
DMA – Dental Marketing Agency ®